Amy Winehouse e o Público; quem é que está ‘passado’?

Joaquim Vieira não perdeu tempo e tratou do assunto na sua crónica de ontem: «(…)volta-se a prevenir para os perigos do jornalismo prospectivo: quando se acerta, ganhou-se a lotaria, mas, quando se falha, é um desastre que arrasta a credibilidade do órgão de informação».

Gostava apenas de destacar duas notas:

1) Como é que 2008, num jornal da Sonaecom, pode acontecer coisas como esta, que o jornalista do Público relata no texto enviado ao Provedor: «Sábado, estava no local, no meio das 100 mil pessoas, numa zona lateral, um pouco mais resguardada, onde fosse possível ouvir o telefone em condições, quando o editor de fecho efectuasse a chamada combinada a partir do jornal, para reportar se a cantora sempre actuava ou não»?

2) Para o livro de estilo do Público: um editor ou um director não pedem a um jornalista que escreva «por antecipação»; um jornalista não aceita escrever um texto nessas condições…